Dia contra a raiva ressalta posse responsável de animais
A enfermidade ainda causa cerca de 55 mil mortes no mundo de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)
Rosa Sá
da Redação
27 Set 2008 - 18h49min
da Redação
27 Set 2008 - 18h49min
Há quatro anos sem registro de casos de raiva em Fortaleza, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) aproveitou a manhã do Dia Mundial contra a Raiva, lembrado ontem, para reforçar a importância da posse responsável de animais domésticos. Com uma programação especial na praça dos Estressados, na avenida Beira Mar, profissionais colocaram para o público que circulava pela área, que ser responsável com cães e gatos de casa, é sobretudo vaciná-los em cada uma das duas campanhas de imunização que são realizadas durante o ano. Em maio último, a Capital teve a primeira de 2008, e para novembro próximo está prevista a segunda.
Das 8 às 11 horas, foram disponibilizadas orientações para os criadores e doses da vacina para os bichos. A programação também envolveu apresentações do grupo de teatro do bairro Caça e Pesca; demonstração de tay chi chuan por dançarinos da academia Wu Dang, encenação de uma paródia sobre raiva por um grupo da Regional VI e abordagem educativa com distribuição de material informativo. Fátima Severiano, professora do curso de Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), aproveitou o evento para vacinar o seu cachorrinho Toby, de um ano. Ela ressaltou que imunizá-lo também representa proteger as pessoas que convivem com o animal.
De acordo com o secretário da Saúde de Fortaleza, Odorico Monteiro, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mostram que a raiva canina provoca cerca de 55 mil mortes por ano no mundo. Monteiro explicou que a SMS disponibiliza a vacina para animais diariamente na sede do Centro de Zoonoses e em unidades específicas localizadas em cada uma das regionais da cidade. O município também dispõe do serviço SOS Cão, que pode ser acionado pelo telefone 3131.7846. Em Fortaleza existem cerca de 186 mil cães e aproximadamente 72 mil gatos. Lúcia Alencar, que representou o Núcleo de Endemias da Secretaria da Saúde do Estado(Sesa)no evento, disse que os dois últimos casos de raiva humana registrados no Ceará foram causados por agressões de sagüis. Um ocorreu em 2003, no município de São Luiz do Curu, e outro agora em 2008 em Camocim.retirado de :http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/822679.html
Das 8 às 11 horas, foram disponibilizadas orientações para os criadores e doses da vacina para os bichos. A programação também envolveu apresentações do grupo de teatro do bairro Caça e Pesca; demonstração de tay chi chuan por dançarinos da academia Wu Dang, encenação de uma paródia sobre raiva por um grupo da Regional VI e abordagem educativa com distribuição de material informativo. Fátima Severiano, professora do curso de Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), aproveitou o evento para vacinar o seu cachorrinho Toby, de um ano. Ela ressaltou que imunizá-lo também representa proteger as pessoas que convivem com o animal.
De acordo com o secretário da Saúde de Fortaleza, Odorico Monteiro, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mostram que a raiva canina provoca cerca de 55 mil mortes por ano no mundo. Monteiro explicou que a SMS disponibiliza a vacina para animais diariamente na sede do Centro de Zoonoses e em unidades específicas localizadas em cada uma das regionais da cidade. O município também dispõe do serviço SOS Cão, que pode ser acionado pelo telefone 3131.7846. Em Fortaleza existem cerca de 186 mil cães e aproximadamente 72 mil gatos. Lúcia Alencar, que representou o Núcleo de Endemias da Secretaria da Saúde do Estado(Sesa)no evento, disse que os dois últimos casos de raiva humana registrados no Ceará foram causados por agressões de sagüis. Um ocorreu em 2003, no município de São Luiz do Curu, e outro agora em 2008 em Camocim.retirado de :http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/822679.html

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